A Arquidiocese da Paraíba informou nesta segunda-feira (5) que autorizou a presença de fiéis nas atividades religiosas da Igreja Católica.

“Conforme as novas diretrizes para a retomada segura e controlada das atividades na Paraíba, as celebrações litúrgicas e demais atividades religiosas acontecerão ‘com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas’. Observem-se, para tanto, as diretrizes pastorais de prevenção no contexto da pandemia da Covid-19”, disse a Arquidiocese.

A medida foi tomada após novo decreto do Estado autorizar o funcionamento de setores da economia. O decreto disciplina o funcionamento das atividades entre os dias 5 e 18 de abril nos municípios classificados com bandeiras laranja e vermelha pelo Plano Novo Normal.

“As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais poderão ocorrer, com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas”, diz o documento.

A Prefeitura Municipal através da Secretaria de Cultura e Turismo realizou neste domingo(04) a “Live da Esperança”. O evento teve a participação dos artistas da terra, onde mesmo no período pandêmico, puderam ser valorizados mostrando seus talentos.

A Live foi focada no compartilhamento de canções e reflexões sobre fé, esperança e sobre a vida, fazendo alusão ao domingo de Páscoa e todo o significado do dia.

Confira as Fotos:

O gás de cozinha fica mais caro na Paraíba a partir desta segunda-feira (5). A previsão é de que o produto seja comercializado entre R$ 95 e R$ 100, cerca de R$ 5 mais caro do que antes.

Este é o terceiro ajuste no preço do botijão em 2021. De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Gás GLP (Sinregás-PB), o percentual de 5% corresponde a soma dos reajustes do imposto aplicado pelo Governo do Estado e também autorizado pela Petrobras, que teve o último aumento registrado no dia 2 de março.

Segundo o Sinregás, além de aplicar o tributo a cada 15 dias, o Governo da Paraíba vem estabelecendo os cálculos para cobrança, com base no valor maior comercializado e não pela média como assim estabelece o critério de cálculo atribuído ao preço médio preponderante final (PMPF).

“Estamos atravessando um momento difícil, pois além de administrar os constantes aumentos da Petrobras, que vem tentando negociar com os representantes do segmento uma solução para se buscar a estabilidade dos preços, agora enfrentamos um outro problema que é a aplicação de um percentual incompatível com o preço médio preponderante, por parte do Governo Estadual”, diz o presidente do Sinregás-PB, Marcos Antônio Bezerra.

O Governo do Estado não se manifestou sobre o assunto.

O Sinregás-PB orienta aos consumidores para que somente adquiram o gás de cozinha em revendas regulamentadas, pois elas atendem aos padrões exigidos pelo Código de Defesa do Consumidor e exijam sempre o cupom fiscal.

Em que pese a situação delicada que a Paraíba passa atualmente com relação à pandemia de coronavírus, a expectativa do Governo do Estado é de que os números de novos casos e de internações hospitalares entrem em estabilidade. E é com base nessa perspectiva que o médico Daniel Beltrammi, que é secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde, defendeu nesta segunda-feira (5) o novo decreto estadual que libera segmentos como bares, restaurantes, igrejas, comércios e shoppings centers.

As declarações foram dadas em entrevista ao Bom Dia Paraíba, das TVs Cabo Branco e Paraíba.

Na entrevista, Beltrammi admite, de toda forma, que a situação na Paraíba não está controlada. Ele lembra, por exemplo, que nesse domingo (4) o balanço diário da Secretaria de Estado da Saúde registrou 1.081 novos casos confirmados de Covid-19 e 40 novas mortes por causa da doença. Além do mais, a taxa de ocupação de UTI está em 78%, com uma maior pressão no sistema de saúde de João Pessoa e do Sertão.

Ele destaca que o estado já possui 1.200 leitos de UTI e que se prepara para a abertura de novas unidades, mas pondera que essa não é a solução. “Viemos de dias muito difíceis”, admite.

Por tudo isso, ele pondera que a reabertura deve acontecer acompanhada de um “compromisso com a segurança” para evitar que se registre “pioras importantes”.

A principal preocupação, ainda de acordo com ele, tem que ser no trânsito das pessoas de casa para o trabalho e do trabalho para casa. E que, por isso, os segmentos econômicos do estado terão horários diferenciados nas jornadas de trabalho. O objetivo é evitar aglomerações.

Sobre bares e restaurantes, o secretário disse que as fiscalizações continuarão de forma constante e que esses locais terão que funcionar com capacidade reduzida de 30% para ambientes fechados e de 50% para ambientes abertos.

Já com relação às escolas, que continuam fechadas, o secretário explicou que se trata de um “ambiente de encontros”, o que torna mais difícil o controle da doença. Ele explica que foram muitos os professores e estudantes que se contaminaram na última reabertura, mas que ainda assim o Governo da Paraíba está trabalhando para que, o quanto antes, o setor volte ao sistema híbrido, com parte dos estudantes comparecendo às aulas de forma presencial e a outra parte permanecendo com aulas remotas. Ele não deu certeza, mas deu a entender que isso pode acontecer já no próximo decreto estadual.

Bom uso de medicamentos

O secretário Daniel Beltrammi falou também sobre o uso de medicamentos de sedação e de intubação existentes na Paraíba. De acordo com ele, o Governo da Paraíba está com dificuldades de manter o estoque de medicamentos entre 20 e 30 dias e, para piorar, já foi informado de que os fornecedores não terão condições de atender a toda a demanda existente atualmente no país.

Por causa disso, o Estado está realizando um ciclo de educação e saúde com os profissionais da área para realizar um “processo de formação” que permita o uso adequado dessas medicações. O objetivo é garantir o cuidado e a proteção dos pacientes ao tempo que ajuda a manter o estoque.

De acordo com ele, é uma forma de fazer bom uso dos medicamentos. Uma espécie de racionamento para garantir o estoque e evitar problemas futuros.

Jornal da Paraíba

A avaliação do Plano Novo Normal, do governo da Paraíba, mostrou uma piora do cenário da pandemia no estado, com todas as cidades em bandeira vermelha ou laranja. Comparado a última avaliação, o número de municípios na vermelha mudou pouco: caiu de 15 para 13. Já na laranja, o número subiu de 205 para 210, o total de cidades classificadas com nível de mobilidade restritiva.

Desde o início do Plano Novo Normal, em junho de 2020, é a primeira vez que a classificação feita pelo governo traz 100% das cidades paraibanas nas modalidades “restritiva” e “impedida”.

Essa é a terceira avaliação consecutiva em que a bandeira verde – que indica normalidade – se encontra zerada. Já a bandeira amarela esteve presente no mapa do estado em apenas três municípios na penúltima avaliação, divulgada em 20 de março.

Os 12 municípios que fazem a região metropolitana de João Pessoa estão classificados na bandeira laranja. Além disso, Campina Grande também é uma das cidades classificadas nesta bandeira.

A 22ª avaliação mostrou ainda que a Paraíba tem uma média de internação a cada 14 minutos em razão do agravamento da doença em todo o estado.

Na taxa de letalidade, o estado tem 73 cidades que estão acima da média estadual, com 2,2% de letalidade pelo novo coronavírus.

O Plano Novo Normal é a matriz de orientação do estado para o funcionamentol das atividades econômicas, indicando quais segmentos devem funcionar.

De acordo com o novo decreto, bares, restaurantes e conveniências podem abrir das 6h às 22h para atendimento no próprio local. Neste tipo de estabelecimento, a capacidade máxima deve ser de 30% de ocupação para ambientes fechados e 50% para ambientes abertos ao ar livre.

Já os centros comerciais e shoppings centers deverão obedecer ao horário de funcionamento de 10h às 22h, monitorando a quantidade de pessoas no interior destes locais, além de verificar a temperatura dos consumidores na entrada e de disponibilizar álcool gel.

A Secretaria de Estado da Saúde destaca a necessidade de máximo empenho da população, no sentido de seguirem usando máscaras com frequência, não aglomerando, ou seja, convivendo apenas com seu núcleo familiar básico, além de manter boa higiene das mãos.

No dia 28 de Janeiro de 2021 o prefeito de Bananeiras esteve em reunião com o governador João Azevedo e com o deputado Tião Gomes.

Na oportunidade, o prefeito Matheus Bezerra fez o pedido da conclusão da estrada Mozart Bezerra, ou seja, o trecho que liga Bananeiras a Dona Inês.

Hoje, o governador João Azevedo anunciou essa importante obra para toda região.

Mesmo a Paraíba tendo atingido um número de 73 óbitos confirmados pela Covid-19 em 24 horas, o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), enxerga uma estabilidade tanto no número de casos da doença como de óbitos, ainda que em um patamar alto. A declaração foi dada nesta segunda-feira (5) – dia que entra em vigor o novo decreto estadual com medidas menos restritivas – em entrevista à TV Cabo Branco.

De acordo com João Azevêdo, todos os decretos anteriores foram fundamentais para criar um efeito de inclinação na curva de casos e óbitos da Covid-19. “Desde o dia 16 de março que os números se mantém dentro de um patamar de estabilidade e agora com tendência de queda nos últimos 4, 5 dias”, declarou o governador.

Ele explicou que a retomada das atividades econômicas, conforme o novo decreto que abre bares, restaurantes e comércio, está baseada em quatro pilares básicos: foco assistencial, cuidados com as micro e pequenas empresas, foco na área da saúde e programa de investimentos para gerar emprego e renda.

Muito criticado por permitir a abertura de bares e restaurantes e manter as escolas funcionando com o ensino remoto, João rebateu explicando que se liberar o segmento da educação, mais de um milhão de estudantes estarão nas escolas. “É preciso entender que quando se trata de educação, não estamos tratando de uma estratificação de pessoas com número reduzido”, explica.

Para que as pessoas não entendam, com a flexibilização do decreto, que a pandemia acabou, o governador da Paraíba pretende investir em campanhas de esclarecimento e aumentar a fiscalização das medidas que precisam ser cumpridas. “A pandemia não acabou. O que queremos é retomar a geração de emprego e renda, porque a miséria está aumentando nesse país”, desabafou João Azevêdo.