Um novo decreto do Estado da Paraíba liberou a realização de eventos, como shows, feiras e convenções no estado, desde que seja respeitada 20% da capacidade do local. A decisão foi publicada em uma edição suplementar do Diário Oficial do Estado nesta quarta-feira (29), com validade a partir da próxima sexta-feira (1º) até o dia 17 de outubro.

Também ficam autorizados eventos eventos esportivos em ginásios e estádios administrados pelo estado, também com capacidade de público de 20% da capacidade. A partida entre Botafogo-PB e Ituano, pela Série C do Campeonato Brasileiro, já contará com os torcedores no sábado (2).

Shows e eventos

Os shows devem acontecer observando todos os protocolos elaborados pela Secretaria Estadual de Saúde e pelas Secretarias Municipais de Saúde. Deverá ser exigido dos frequentadores a apresentação de testes de antígeno negativo para Covid-19 realizados até 72 horas antes dos eventos e a demonstração da situação vacinal, sendo obrigatório ter recebido pelo menos uma dose há 14 dias, ou duas doses (esquema vacinal completo).

Eventos esportivos

Já para eventos esportivos o limite máximo de público de até 20% da capacidade do local deve ser distribuído em pelo menos dois setores distintos, destinando-se a cada setor uma entrada exclusiva estando as pessoas devidamente vacinadas e portando seus comprovantes (carteira de vacinação em papel ou digital), nos quais constem a certificação do recebimento de primeiras doses, há pelo menos 14 dias, ou de segundas doses das vacinas para Covid-19.

Uso de máscaras

Permanece obrigatório, em todo território do estado da Paraíba, o uso de máscaras, mesmo que artesanais, nos espaços de acesso aberto ao público, incluídos os bens de uso comum da população, vias públicas, no interior dos órgãos públicos, nos estabelecimentos privados e nos veículos públicos e particulares, inclusive ônibus e táxis.

Bares e restaurantes

Bares, restaurantes, lanchonetes, lojas de conveniência e estabelecimentos similares seguem com funcionamento nas suas dependências das 6h até 0h, com ocupação de 50% da capacidade do local, ficando vedada, antes e depois desse horário, a comercialização de qualquer produto para consumo no próprio estabelecimento, cujo funcionamento poderá ocorrer apenas através de delivery ou para retirada pelos próprios clientes (takeaway).

Os bares e restaurantes, que funcionem no interior de shoppings centers e centros comerciais somente podem funcionar com atendimento nas suas dependências até 22h, com ocupação de 50% da capacidade do local.

Comércio e serviços

Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar até dez horas contínuas por dia, sem aglomeração de pessoas nas suas dependências e observando todas as normas de distanciamento social e os protocolos específicos do setor.

Ainda conforme o decreto, novos limites de público para eventos sociais na modalidade shows poderão ocorrer oportunamente, mediante alcance de cobertura vacinal de 70% da população alvo com esquemas vacinais completos para Covid-19 e manutenção da média móvel de 14 dias da taxa estadual de transmissibilidade do novo coronavírus (Rt) menor que 1,0.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) decretou estado de calamidade pública no município de Solânea, no Brejo paraibano, devido à crise hídrica. o decreto foi publicado do Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (29).

De acordo com o texto, os efeitos do reconhecimento de calamidade pública no município vão perdurar por pelo menos 180 dias, começando a valer nesta quarta.

Na última semana, o município de Bananeiras também entrou em estado de calamidade pelo mesmo motivo.

No dia 6 de setembro, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) emitiu um comunidade informando que a barragem de Canafístula, reservatório que abastece as duas cidades, secou e não há mais possibilidade de captar água para distribuição.

O estado de calamidade pública aplicado diz respeito, principalmente, ao âmbito financeiro. A situação anormal que, neste caso, foi autorizada pelo poder legislativo da Paraíba ressalta que o estado não tem mais meios para lidar com a crise e necessita de intervenção do Governo Federal com medidas emergenciais de apoio.

Soluções para abastecimento

O diretor de Operação e Manutenção da Cagepa, Thiago Pessoa, em entrevista a imprensa afirmou que esse colapso era esperado desde março, quando teve início o racionamento dos recurso hídricos na cidade. Para lidar com a suspensão do abastecimento regular, a Cagepa reativou, em setembro, o Sistema Bica dos Gatos.

Um recurso antigo de Bananeiras que estava em desuso e não tem vazão suficiente para atender toda a cidade, em todos os dias e horários. Com isso, a alternativa garante água potável para região central do município, apenas alguns dias durante a semana. Além disso, o uso de carros-pipa segue como suporte principal, e o local mais próximo de abastecimento fica em Solânea, cidade vizinha.

Para lidar com os próximos meses, o diretor da Cagepa afirmou que, em parceria com a Prefeitura de Bananeiras, vai perfurar poços que funcionarão como chafariz.“O Brejo paraibano é uma região conhecida pelo alto volume de água, principalmente no inverno, mas em 2021 a quantidade ficou muito abaixo do esperado, o que gerou uma situação de risco de colapso para 19 cidades”, explica.

Ainda de acordo com a Companhia, uma solução pensada a longo prazo é a construção de uma adutora que receba água do Rio São Francisco tendo a cidade de Campina Grande como caminho. O projeto está em andamento.

Localizado no município de Belém, Agreste paraibano, o Educandário Pedro Cardoso, há mais de uma década, se consolida na sua proposta educacional e torna-se referência na educação na região. Comprovando sua história de êxito, são os excelentes resultados obtidos pelos alunos do Pedro Cardoso, aprovados através do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em vestibulares de instituições públicas e privadas do estado.

Para o ano letivo de 2022, a unidade escolar traz para sua estrutura pedagógica a psicologia educacional para proporcionar aos alunos a oportunidade de crescimento pessoal e individual. Os alunos terão o acompanhamento do psicólogo José Humberto Júnior.

De acordo com a direção da escola, o Serviço de Psicologia Educacional do Educandário Pedro Cardoso foi criado com o intuito de ajudar alunos, pais e professores nas questões relacionadas ao processo de ensino-aprendizagem e de escolha profissional.

Ainda de acordo com a direção, serão desenvolvidas as seguintes atividades específicas:

O Educandário Pedro Cardoso conta ainda com uma estrutura pedagógica que comporta coordenações de segmentos e de áreas, serviços de orientação educacional, ensino religioso, além do serviço disciplinar, que tem por função estimular e auxiliar o aluno a cumprir normas fundamentais para a convivência em sociedade, o Pedro Cardoso investe, também, em um corpo docente de alto nível e com diferenciada experiência.

Foto: Divulgação/Facebook

O prefeito de Guarabira, Marcus Diôgo (PSDB), sancionou nesta terça-feira (28), a lei nº 1.932, de autoria do vereador Saulo de Biu (MDB), que homenageia o radialista José Feliciano da Silva.

O espaço utilizado para as filmagens e transmissões da Câmara Municipal de Guarabira, passa a ser chamado de “José Feliciano da Silva”, traz a públicação do Diário Oficial.

Cabeça de Bujão

O radialista Feliciano Silva, também conhecido no rádio como “Cabeça de Bujão”, trabalhou em diversas emissoras de Guarabira e da região, como repórter de rua, comentarista e ganhou muito destaque quando passou a apresentar o jornalístico Tribuna do Povo, na Rádio Cultura AM, onde transmitia informações da área policial, denúncias, apelos populares, realizava campanhas filantrópicas e ajudava muita gente, se tornando um verdadeiro fenômeno na comunicação do brejo paraibano. Amado e odiado, tinha um jeito único e uma característica própria de conduzir o seu trabalho. Foram cerca de 30 anos dedicados ao rádio.

Feliciano Silva faleceu no dia 6 de março de 2021, aos 53 anos de idade, vítima de um câncer.

Rafael San

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), afirmou que o nome do grupo para disputar as eleições em 2022 é o do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD). A declaração coloca água na fogueira dos que alimentam um possível rompimento neste momento. As informações são da jornalista da Rede Correio Sat Sony Lacerda.

Em entrevista ao programa Correio Debate (98 FM), Bruno coloca o Progressistas do deputado federal Aguinaldo Ribeiro como sendo da base.

Entende que o parlamentar precisa dialogar com o governador João Azevêdo, já que é muito ligado ao prefeito Cícero Lucena, que é aliado de João.

“Na minha esperança, quando chegarmos em 2022, faremos uma construção liderada pelo ex-prefeito Romero e que contemple os partidos aliados, inclusive o PP”, destacou Bruno complementando que o partido, em Campina Grande, é da base. O vice-prefeito Lucas Ribeiro é do Progressistas.

Sobre o Democratas, o prefeito confirmou o convite para se filiar a nova legenda – da fusão com o PSL -, e que partiu do próprio ACM Neto.

A aproximação com o partido, segundo ele, não significaria saída do grupo de Romero, mas pode ser encarada com uma tentativa de atrair o deputado federal Efraim Filho, pré-candidato ao Senado, para o campo das oposições do que atrair Aguinaldo que já está no grupo.

Bruno é uma liderança política. Disse que é “soldado” e se for chamado, se colocará como interlocutor junto ao grupo das oposições, colocando Romero Rodrigues à frente.

Sony Lacerda

O novo decreto publicado, nesta quarta-feira (29), aponta que para ter acesso aos shows na Paraíba é necessário a apresentação do cartão de vacinação com doses de vacinas e testes antígenos negativos de Covid-19. O decreto entra em vigência na próxima sexta-feira (01) e se estende até o dia 17 de outubro.

Nesse período, de acordo com o documento que o ClickPB teve acesso, os shows podem ser realizados com até 20% da capacidade total do local e que é necessário seguir todos os protocolos elaborados pela Secretaria Estadual de Saúde e pelas Secretarias Municipais de Saúde.

Além disso, os frequentadores terão que apresentar testes de antígeno negativo para Covid-19 realizados até 72 horas antes dos eventos. É obrigatório ainda ter recebido pelo menos uma dose há 14 dias, ou duas doses da vacina, completando o esquema vacinal.

O Estado ainda estima novos limites de público em shows após o alcance de cobertura vacinal de 70% da população alvo com esquemas vacinais completos e manutenção da média móvel de 14 dias da taxa estadual de transmissibilidade do novo coronavírus (Rt) menor que um.

Após o aumento do preço do diesel comunicado pela Petrobras nessa terça-feira (28), caminhoneiros se mobilizam para manifestações da categoria na Paraíba. De acordo com o Sindicato dos Motoristas e Ajudantes de Entrega (Sindmae-PB), dia e horário ainda não estão definidos.

Marco Antônio, representante da categoria, disse que teme retaliação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) antes do protesto, por isso, não informará pontos de bloqueio do ato.

O aumento de 8,9% no valor do litro do combustível custará alta de R$ 0,25. O produto sairá das refinarias da Petrobrás custando, em média, R$ 3,06.

Portal T5

De 2019 para 2020, a produção de camarão na Paraíba cresceu 21,6%, segundo a Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (29). Com 5,3 mil toneladas (t), o estado também registrou a terceira maior quantidade produzida do país, atrás apenas das constatadas no Rio Grande do Norte (21,9 mil t) e no Ceará (20,9 mil t).

No último ano, a produção paraibana teve um acréscimo de aproximadamente 942 toneladas maior quea de 2019 (4.3 mil t). Além disso, o total alcançou o ápice da série histórica, com alta de cerca de 512,1% em comparação ao verificado em 2013, que foi de 864 t.

Os maiores produtores, no estado, em 2020, foram: João Pessoa, com 860 toneladas; Santa Rita, com 790 t; Itatuba e Itabaiana, ambos com 500 t; São Miguel de Taipu, com 400 t; e Salgado de São Félix, com 350 t. O valor da produção paraibana foi de R$ 102,3 milhões, também o terceiro maior do Brasil.

Já em relação à produção de peixes, com aproximadamente 2,7 mil toneladas, o estado foi responsável pelo 5º menor volume do país. Apesar disso, a PPM apontou que houve aumento de 15%, frente a 2019, e de 181%, diante dos resultados observados em 2013.

No último ano, o valor da produção paraibana de peixes somou R$ 23,4 milhões. Em termos de quantidade, a tilápia era destacadamente o principal produto da piscicultura do estado (2,7 mil t), seguida pelo tambaqui (11,4 t) e pelo tucunaré (1,2 t).

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (29) uma atualização em suas políticas de moderação para remover vídeos que tenham informações falsas sobre vacinas em geral.

A plataforma já tinha regras para as desinformação relacionada com imunizante contra a Covid-19, mas agora passa a ter diretrizes que valem para todas vacinas aplicadas atualmente que tenham aprovação de segurança e eficácia emitidas pelas autoridades locais de saúde e a OMS.

Canais que publicarem conteúdos que desrespeitem a regra terão o material removido e receberão uma notificação por e-mail.

Se a infração se repetir, o envio de novos vídeos fica restrito por uma semana – reincidências em um período de 90 podem resultar na exclusão da conta.

De acordo com a companhia, serão removidos conteúdos com alegações falsas de que vacinas aprovadas são:

  • perigosas;
  • causam danos crônicos à saúde;
  • não reduzem as chances de transmitir/contrair doenças;
  • ou que contenham desinformação sobre as substâncias contidas nos imunizantes.

Como exemplo, a empresa citou alegações falsas incluindo afirmar que vacinas aprovadas causam autismo, câncer ou infertilidade ou que substâncias presentes nas vacinas podem rastrear quem as tomou.

“Temos visto constantes alegações falsas sobre as vacinas contra o coronavírus, que acabam gerando muita desinformação sobre imunizantes em geral”, escreveu o diretor de parcerias de saúde pública do YouTube, Garth Graham, em um comunicado.

O YouTube disse que conversou com organizações e especialistas da área da saúde de diversos países para criar as políticas.

“Como qualquer atualização em larga escala, levará um tempo até que nossos sistemas terminem de aplicar as regras em toda a plataforma, incluindo vídeos antigos”, afirmou a empresa.

A plataforma citou exceções, como conteúdo que aborde políticas relacionadas às vacinas, novos testes de vacinas e históricos de sucesso ou falha dos imunizantes.

“Também permitiremos depoimentos pessoais sobre as vacinas, desde que o vídeo não viole as diretrizes da comunidade ou que o canal não apresente um padrão de conteúdo que promove desinformação sobre vacinas”, disse a companhia.

Remoção de vídeos

Segundo o YouTube, foram removidos mais 130 mil vídeos que violaram as políticas sobre a vacina contra Covid-19 desde outubro de 2020.

Esse dado faz parte de um balanço divulgado em agosto pela plataforma, quando afirmou que foram removidos “mais de 1 milhão de vídeos relacionados a informações perigosas sobre o coronavírus” desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020.

O número é modesto na comparação com o total de materiais tirados do ar no YouTube entre janeiro de 2020 e junho de 2021. A soma das remoções desse período, que inclui todos os tipos de conteúdos proibidos, chega a 50,3 milhões de vídeos.

Um estudo divulgado em novembro do ano passado pela União Pró-Vacina (UPVacina), ligada à USP de Ribeirão Preto (SP), apontou que, mesmo com as mudanças nas diretrizes anunciada meses antes, o YouTube mantinha no ar vídeos que davam informações falsas sobre a vacina contra Covid.

Entre os conteúdos alarmistas e sem nenhuma fundamentação científica, havia posts que datavam de março daquele ano, portanto, publicados após a regra que veta esse tipo de conteúdo, que geravam recursos financeiros tanto para a empresa quanto para produtores de 37 canais, com mais de 3,1 milhões de inscritos e 3,8 milhões de visualizações até 22 de outubro, de acordo com o instituto.

G1

Uma festa que aconteceu nesta terça-feira (28) em uma aldeia indígena da cidade de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, não teve respeito ao uso de máscaras por parte do público. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram que, no show do cantor João Gomes, o distanciamento social também não foi respeitado. O evento era uma Festa de São Miguel e também teve a participação dos cantores Alvinho e João Lima.

Segundo os organizadores do evento, para a festa acontecer era obrigatório que todos os participantes estivessem vacinados, mas pelos vídeos divulgados é possível identificar que algumas medidas de biossegurança contra a Covid-19 não foram seguidas. O material de divulgação da festa também afirmava que o evento seria reduzido a 30% de capacidade.

Segundo a Secretaria de Saúde de Baía da Traição, a festa foi liberada após uma deliberação conjunta do Ministério Público Federal (MPF), Secretaria de Saúde, Comando Militar e caciques Potiguara.

Baía da Traição é a cidade com maior cobertura vacinal do estado, com 94,89% da população com mais de 18 anos já imunizada com a segunda dose. O show aconteceu na aldeia São Miguel.

Show de João Gomes atrai jovens e aglomeração sem o uso da máscara, na Paraíba — Foto: Instagram/Reprodução

Show de João Gomes atrai jovens e aglomeração sem o uso da máscara, na Paraíba — Foto: Instagram/Reprodução

O secretário de Saúde de Baía da Traição, Aluízio de Lorena, informou que solicitou para os organizadores do evento que as pessoas, antes de entrarem no local, mostrassem o cartão de vacinação com a aplicação das duas doses da vacina contra a Covid-19, ou a dose única. Também foi solicitado o uso de máscara e distribuição de álcool em gel no local.

Aluízio de Lorena explicou que pediu que 15 agentes do Corpo de Bombeiros estivessem dentro do evento verificando a aplicação das medidas de seguranças e reforçou que, se for identificado que os organizadores do evento não tiverem seguido os protocolos, serão autuados.

A vigilância sanitária foi convocada para atuar na fiscalização dos protocolos sanitário assumidos pelos organizadores, mas até agora não emitiu um relatório sobre o evento.

Segundo o cacique Sandro, que participou da reunião que liberou o evento, ficou acordado que a responsabilidade da fiscalização dos protocolos de biossegurança contra a Covid-19 – como uso de máscara, distribuição de álcool em gel e distanciamento social – seria da Secretaria de Saúde do Município, junto com os agentes do Corpo de Bombeiro.

O secretário de Saúde do estado, Geraldo Medeiros, explicou para TV Cabo Branco que, como a festa foi em território indígena, é de responsabilidade dos órgãos federais. Geraldo ainda lembrou que é possível contrair a Covid-19 mesmo o indivíduo estando vacinado e que o uso da máscara é essencial, porque ainda há a possibilidade de transmitir o novo coronavírus.

Jornal da Paraíba