Um homem de aproximadamente 46 anos morreu na tarde deste sábado (11) depois de sofrer um acidente enquanto trabalhava em um sítio na localidade conhecida como Alagamar, entre o município de Belém e distrito de Cachoeirinha, no Agreste paraibano.

De acordo com informações repassadas ao Portal do Brejo, a vítima estava mexendo no triturador na propriedade rural, quando acabou sendo puxado por um dos braços pela máquina. Com a força da máquina, o homem ficou preso no equipamento.

O Serviço de Atendimento Móvel e Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local o homem já estava morto.

A área do acidente foi isolada e passou por perícia. O corpo foi encaminhando para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) da cidade de Guarabira.

Depois de três meses da morte do motoboy Kelton Marques, atingido por um carro em alta velocidade, em João Pessoa, em 11 de setembro , o principal suspeito do crime, Ruan Ferreira de Oliveira, segue foragido. A prisão preventiva foi decretada no dia seguinte pós à colisão, e desde então ele é considerado foragido da justiça. A família da vítima segue na luta por justiça.

Segundo o delegado Rodolfo Santa Cruz, o inquérito foi concluído, o mandado de prisão continua em aberto e Ruan segue foragido. O delegado disse que não se pode afirmar se o suspeito está ainda na Paraíba ou não, porém, diz que não existe nenhuma pista sobre o paradeiro dele.

Pai, filho, irmão e amigo, Kelton era casado e deixou uma filha de anos e outra de apenas dois. Kamilla Marques, a irmã mais nova do motoboy relata que perdeu um verdadeiro confidente, parceiro e cúmplice. “Coisas que nunca confiei com amigas mulheres, eu confiava nele. Sabe aquela pessoa que nunca me criticava ou dizia um não se eu estivesse errada? Era ele pra mim”, disse a irmã.

O forró agora é patrimônio imaterial brasileiro, declarado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nesta quinta-feira (9). Mas, segundo Elba Ramalho, “não é só a identidade cultural, vai muito mais além”. A cantora paraibana afirma que o título é importante porque “o gosto popular precisa ser respeitado” e as novas gerações precisam conhecer como tudo começou.

A decisão que declarou o forró como patrimônio também considerou a expressão musical como supergênero. O pedido de reconhecimento foi aberto em 2011, pela Associação Cultural Balaio do Nordeste, de João Pessoa.

Elba acompanhou tudo de perto, quando o movimento pelo título começou na capital paraibana. O título foi concedido quatro dias antes do Dia do Forró, celebrado em 13 de dezembro. Segundo a cantora, é importante legitimar de fato e de direito essa identidade cultural.

“Quando o forró começou a perder espaço nas festas de São João eu me engajei ao movimento, são as nossas raízes. Quanto mais regional, mais universal. Tenho mais de 40 anos de carreira, posso afirmar que não existe um show em que eu não cante forró, que cante Gonzagão e Dominguinhos. É o meu DNA“, disse Elba.

Elba, inclusive, vai lançar um disco em parceria com o cantor Fagner onde os dois interpretam apenas sucessos de Luiz Gonzaga.

Sertaneja, Elba nasceu em Conceição em 1951 e se mudou com a família para Campina Grande, em 1962. Há 20 anos é atração tradicional da noite de 23 de junho, no São João da cidade.

Com sua voz única, presença, carisma e regionalidade, ela se consolidou como sinônimo de Nordeste e conseguiu não só popularizar o forró, mas também abrir portas para mulheres artistas paraibanas no cenário nacional.

A conquista para o gênero também vai muito mais além da identidade. A cantora diz também que músicos e trios de forró precisam ser preservados e mais valorizados em eventos.

Por isso, o título também é uma celebração e reconhecimento da história e raiz do forró.

“O gosto popular precisa ser respeitado, existem novas vertentes que tem o forró “pé de serra” na origem de tudo. As novas gerações precisam conhecer como tudo começou, precisam conhecer Luiz Gonzaga, Marinês, Jackson do Pandeiro, Antônio Barros, Dominguinhos e tantos mestres que abriram as portas para o forró, baião, xaxado, quadrilhas e etc”, afirma a cantora.

O deputado federal Ruy Carneiro esteve em Belém, cidade do Agreste paraibano, na manhã deste sábado (11) cumprindo agenda e firmando compromissos para o pleito do ano de 2022.

O deputado esteve reunido com o ex-prefeito Tarcísio Marcelo em sua residência, junto com os vereadores Armando de Gambeu, Aerton Ferreira, Toinho Vermelho e a ex-vereadora, Graça da Saúde, onde firmaram compromisso com a pré-candidatura de Ruy Carneiro.

“Visita do nosso deputado Ruy Carneiro na minha casa”, escreveu Tarcísio Marcelo em uma foto postada em sua rede social. (Foto acima da matéria).

Na oportunidade Ruy também esteve pela manhã junto com a prefeita do município, Aline Barbosa, visitando o local que será construída uma escola em tempo integral no valor de sete milhões de reais. A unidade escolar deverá ser composta com 13 salas para atender 455 alunos.

O ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Ricardo Marcelo, estar se preparando para voltar ao cenário político nas eleições de 2022, no que faz muito bem.

Informações que circulam nos bastidores da política garantem que Ricardo Marcelo está sendo sondado pelos partidos MDB, liderado pelo senador Veneziano Vital, o PSDB, liderado pelo grupo Cunha Lima, pelo PP de Aguinaldo Ribeiro e pelo partido cidadania, liderado pelo governador João Azevedo.

Fontes ligadas ao deputado afirmaram também que Ricardo Marcelo poderá convocar uma entrevista coletiva quando escolher o partido o qual retornará como candidato a deputado estadual ou federal.

Ricardo Marcelo teve quatro mandatos de deputado estadual e foi Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba por dois biênios, entre 2011 e 2015.