Lideranças femininas e novas possibilidades para 28 no radar politico de Belém, PB

Passadas as eleições estaduais, os olhares da política local em Belém, Agreste paraibano, já começam a se voltar para o pleito municipal de 2028. Nos bastidores e nas rodadas de conversa da cidade, o termômetro eleitoral ganha ritmo antecipado, e um fenômeno salta aos olhos: o protagonismo feminino como eixo central da sucessão municipal.

Embora o horizonte pareça distante, o jogo já começou. E o desenho inicial mostra um cenário fervilhante, puxado por forte presença feminina, jogadas ensaiadas de bastidor e a busca constante por uma “terceira via” capaz de romper polarizações.

Entre os nomes mais lembrados até o momento, destacam-se:

  • Dianna Marcela — A continuidade com Lastro Familiar: Atual vice-prefeita, Dianna representa a força do grupo situacionista e a continuidade do projeto local. O anúncio público feito por seu pai, o ex-prefeito Tarcísio Marcelo, injetou combustível imediato nas articulações, consolidando seu nome como a aposta natural da base governista da prefeita Aline Barbosa (MDB).
  • Mirelle Kalinier — A Consolidação da Oposição: Com o recall das urnas de 2024, a ex-vereadora manteve sua militância ativa e se posiciona como um dos nomes mais competitivos do bloco oposicionista. Sua caminhada recente lhe dá densidade política para continuar vocalizando os anseios do eleitorado que busca alternativa à atual gestão.

  • Renata Cristinne (ou indicação de Dr. Moisés): Ex-prefeita da cidade e postulante ao cargo em 2024, Renata permanece com seu espólio político. No entanto, nos bastidores, não se descarta a hipótese de ela atuar como principal articuladora do seu grupo e indicar Dr. Moisés — médico e seu companheiro de chapa como vice no último pleito — para encabeçar o projeto da oposição.

  • Professora Cláudia: Advogada, professora e vereadora, desponta como uma via alternativa e independente no Legislativo. Esposa do ex-vereador José Vicente, Cláudia combina bagagem técnica com articulação comunitária, ganhando força entre pares como uma opção de renovação fora da polarização tradicional.

Em política, quatro anos são uma eternidade — e em Belém, cada dia equivale a uma semana de articulação. Até a chegada das convenções, alianças improváveis podem surgir, vices podem virar cabeças de chapa e novos atores podem entrar em cena.

E você, leitor, quem aposta que será a próxima prefeita de Belém? Dianna Marcela, Mirelle Kalinier, Renata Cristinne (Móises) ou Professora Cláudia? Ou será que existe um quinto nome fora do radar? Em política, até 2028, muita coisa pode acontecer.