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Profissionais da educação da rede estadual paralisam atividades nesta quinta – Portal do Brejo – Seu Portal de Notícias

Profissionais da educação da rede estadual paralisam atividades nesta quinta

Centro Administrativo do Governo da Paraíba – Foto: Reprodução/Ascom

Os trabalhadores e trabalhadoras em educação da Paraíba vão paralisar as atividades, nesta quinta-feira (31), em protesto a erros nos pagamentos dos professores e professoras da rede estadual de ensino. Os atos foram confirmados em João Pessoa, Campina Grande, Cuité e Cajazeiras.

Na Capital, a mobilização ocorre em frente Secretaria de Estado da Educação (SEE-PB), no bairro Jaguaribe, a partir das 9h. Na cidade de Campina Grande, o ato acontecerá em frente ao escritório do governo da Paraíba, no bairro Estação Velha, com início às 9h. Em Cuité, na frente da Ecit Orlando Venâncio dos Santos e em Cajazeiras, será na sede do Sintep-PB), às 8h.

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba informou que, em assembleia realizada pela categoria, no dia 11 de julho, foi aprovado um indicativo de paralisação estadual, caso o Governo do Estado não regularizasse os valores dos salários, na folha de pagamento do mês de julho.

“Desde de 2022, os professores vêm convivendo com erros constantes. Mas, até o momento, não passavam de 100, 150, no universo de 20 mil professores. No mês passado, tivemos mais de 1,4 mil professores com erros nos pagamentos. Trabalharam o mês inteiro e não receberam corretamente o seu trabalho. Novamente, este mês, nós já estamos fazendo levantamento e temos mais de 400 erros de pagamentos”, relata o diretor do Sintep-PB e professor, Felipe Baunilha.

A principal reivindicação da mobilização, segundo Baunilha, é a correção definitiva dos erros, ou seja, “o pagamento em folha extra desses erros dos salários, para que seja corrigido definitivamente”. Além disso, a categoria cobra, entre outras demandas, o cumprimento integral do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos profissionais da educação e a entrega de computadores do Programa Paulo Freire – Conectando Saberes, de 2024.

Além disso, os servidores cobram o pagamento do auxílio alimentação para os professores que têm dois vínculos no estado e trabalham três turnos.