O governo decidiu entregar ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, os exames do presidente Jair Bolsonaro para coronavírus. Bolsonaro afirmou que fez dois testes, ambos com resultado negativo, segundo ele, mas sempre se recusou a mostrar os exames.

Lewandowski foi escolhido pelo sistema de sorteio da Corte para decidir sobre o pedido do jornal “O Estado de S. Paulo”, que quer que o presidente Jair Bolsonaro mostre seus exames de coronavírus.

O advogado-geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior, afirmou em documento enviado ao ministro que “a entrega dos documentos (exames) a que se refere a presente Reclamação, tendo em conta a natureza pessoal dos dados em questão, dar-se-á em mãos no Gabinete de Vossa Excelência”.

O ministro está analisando o pedido do jornal e as sucessivas decisões judiciais tomadas pelas instâncias inferiores e deve decidir sobre o caso entre esta terça e quarta-feira (13).

O jornal recorreu à Corte nesta segunda-feira (11) e pediu a suspensão de decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) segundo a qual Bolsonaro não precisa mostrar os resultados.

Ao Supremo, o jornal argumentou que a liberdade de imprensa também pressupõe não haver obstáculos para a obtenção de documentos que sejam de interesse público.

“Não haveria de ser pleno o fluxo informativo defendido por essa Corte se a atividade jornalística, além do livre-arbítrio na publicação de notícias e críticas, não estivesse também amparada no direito de, isenta de qualquer embaraço, e por qualquer meio, tomar conhecimento de fatos relevantes. Noutras palavras, inexiste liberdade de imprensa se não for desimpedida a colheita, obtenção e o recebimento de informações e documentos de interesse público pelos jornalistas”, declararam os advogados que assinam a ação.

Na última sexta-feira (8), o presidente do STJ, ministro João Otávio Noronha, atendeu a um recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e derrubou as decisões do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) e da Justiça Federal de São Paulo que obrigavam o Bolsonaro a entregar as informações médicas.

Com G1

Tem sido muito comum falar que toda essa convulsão social, que modificou a maneira do ser humano se relacionar, desempenhar seu trabalho e fez aflorar, em muitos, o medo da morte, provocada pela pandemia da Covid-19, logo vai passar. Mas o que é logo? Um mês? Seis meses? Um ano? Quanto tempo é logo?

Os cientistas são unanimes em dizer que um remédio eficaz não existe, uma vacina (única alternativa de debelar o vírus) leva pelo menos um ano para ser desenvolvida, testada e aprovada, observando todos os protocolos técnicos. Então, como será esse futuro imediato reabertura das economias, antes da vacinação em massa? São muitas as possibilidades, mas todas elas diferentes do que regia os comportamentos e relações humanas pré-pandemia.

As máscaras, o álcool em gel, as restrições de beijos e abraços, as idas ao cinema ou shows ainda nos acompanharão, pelo menos ate o desenvolvimento de uma vacina. Mas isso não é para nos desesperarmos, o ser humano é extremamente adaptável, viveremos esse período pre-vacina contra a Covid-19 tranquilamente, pelo menos a maioria. Porque tem sido assim por toda história, o homem adapta-se e depois transforma o ambiente.

Ter medo é necessário para a sobrevivência do homem, assim como adaptar-se e transformar o ambiente, portanto o que o futuro imediato exigira é que se possa deixar aflorar os extintos de sobrevivência e adaptar-se a uma nova realidade, para depois transformá-la.

Uma ação em conjunto entre agentes do Grupo Tático Especial (GTE) de Guarabira e Guarnição do Comando da Polícia Militar prendeu nesta terça-feira (12) quatro acusados de terem roubado vários aparelhos celulares no município de Belém, Agreste paraibano.

De acordo com informações, dois acusados de 20 anos foram localizados no Sítio Angelim, na zona rural de Bananeiras, já os outros dois, ambos com 19 anos, foram encontrados na cidade de Solânea. Os roubos aconteceram no dia 19 de abril e na noite da última sexta-feira (08).

De acordo com a polícia, após praticarem roubo em Belém na sexta-feira, os acusados também roubaram um aparelho celular na cidade de Pirpirituba.

Após a prisão, os aparelhos e os acusados foram conduzidos até a Delegacia de Polícia da cidade de Guarabira.

A prefeitura municipal de Belém, no Agreste paraibano, confirmou nesta terça-feira (12) três novos casos do novo coranavírus no município, subindo para quatro o números de pessoas infectadas pela doença. As informações são da Secretaria de Saúde do Município.

De acordo com a Secretaria de Saúde, trata-se de um homem, 41 anos, taxista, residente na Rua Vicente Cadó; Homem, 35 anos, autônomo, residente na Rua Vicente Cadó; Homem, 35 anos, autônomo, residente na Rua Nunes Guedes.

A prefeitura informou, ainda, que os pacientes receberam orientação para ficar em isolamento domiciliar, e sendo monitorados pela equipe municipal de saúde. O órgão também reforça o pedido para que toda população siga as recomendações dá Organização Mundial da Saúde para conter a propagação do novo Coronavírus.

A cidade tem trinta e oito pessoas com síndrome gripal, dez casos descartados e dez sendo investigados.

O ex-governador da Paraíba Wilson Leite Braga, de 88 anos, testou positivo para o novo coronavírus (Covid-19), segundo informou o neto dele, Thiago Braga, no início da tarde desta terça-feira (12). Wilson está internado em estado grave em um hospital particular de João Pessoa.

O resultado do exame de Wilson saiu um dia depois da confirmação que a esposa dele, a ex-deputada federal Lúcia Braga, morreu com Covid-19. Lúcia tinha 85 anos e morreu por complicações provocadas por uma infecção urinária associada à pneumonia na sexta-feira (8), após passar uma semana internada no mesmo hospital em que está o ex-governador.

De acordo com o neto de Wilson, o ex-governador está na UTI do hospital, tomando uma dose baixa de noradrenalina associada aos antibióticos. Thiago Braga disse ainda que os pulmões do avô dele estão respondendo bem às manobras do respirador, mas a função renal teve piora e está um pouco comprometida.

Atualmente Wilson Braga não está ocupando nenhum cargo público. A carreira política dele começou em 1954, quando foi eleito deputado estadual. Braga também já ocupou os cargos de vereador, deputado federal, prefeito de João Pessoa e governador da Paraíba. O último cargo exercido pelo político foi como deputado estadual, entre 2010 e 2014.

Quatro bustos em praças públicas na cidade de Areia, no Brejo da Paraíba, receberam máscaras de proteção. A ação, de acordo com a prefeitura, é para alertar a população sobre o uso do equipamento na prevenção do coronavírus.

Os bustos do pintor Pedro Américo, do Monsenhor Ruy Barreira Vieira e dos políticos José Antônio Maria da Cunha Lima e José Américo estão com os rostos protegidos desde 24 de abril.

A ação faz parte de uma campanha da prefeitura da cidade, intitulada “Areia de Máscara”, para lembrar que o uso obrigatório da proteção em locais públicos. Até o dia 10 de maio, o município de Areia contabiliza quatro casos confirmados de Covid-19.

Foto: Prefeitura de Areia, PB

A Romaria da Fé que acontece todos os anos no Santuário Nossa Senhora de Fátima, na Pedra da Boca, em Ararura, no dia 13 de maio, foi cancelada. No entanto, a missa vai ser celebrada, às 9h, com portão fechado, e transmitida pelas redes sociais. A decisão foi anunciada pelo padre Gaspar Rafael Nunes da Costa, Reitor do Santuário, atendendo orientação do Bispo de Guarabira, Dom Aldemiro Sena, seguindo recomendações das autoridades quanto aos cuidados para evitar a propagação da Covid-19.

Para lembrar os dez anos da inauguração do Santuário, que seria na próxima quarta-feira (13), uma nova data será anunciada para quando tudo voltar à normalidade. “O mais provável é que nossa tradicional romaria, que reúne milhares de peregrinos de várias cidades e de estados vizinhos, aconteça em dezembro, provavelmente abrindo o período de Advento”, afirmou Padre Gaspar Rafael.

O Santuário fica localizado no Parque Estadual Pedra da Boca, criado pelo Governo do Estado, mas administrado em parceria com a Igreja e colaboração da prefeitura municipal. Desde quando foi criado, tem se constituído em um local de visitação pública, com a presença de turistas e romeiros de vários Estados.

A presidente da PBTur, Ruth Avelino, disse o Parque Estadual Pedra da Boca e os eventos realizados no local são divulgados como destino turístico, e que a Romaria se enquadra no Turismo Religioso. “Creio que foi prudente o adiamento da Romaria para dezembro e a PBTur vai se empenhar para que fiéis da Paraíba, Rio Grande do Norte e outros estados estejam presentes”, comentou.

O gerente de Turismo de Araruna, Wellington Rafael considerou correta a decisão de não realizar neste momento as festividades religiosas de turísticas na Padra da Boca, até que passe esse período turbulento.

A Prefeitura Municipal de Bananeiras vem através de nota esclarecer os fatos sobre postagem realizada nesta terça- feira (12), acerca de ações realizadas no município.

Sobre o gasto relatado de R$ 800 mil no Estádio O Bezerrão, houve um equívoco na publicação. O documento enviado à Câmara Municipal pela Prefeitura pede autorização para gastar R$ 100 mil reais para conclusão do Estádio e o valor de R$ 685 mil para a construção do Centro de Informações Turísticas.

As verbas em questão são emendas parlamentares antigas e que não tem nenhuma ligação com verbas destinadas à Saúde, caso não sejam executadas terão seus recursos devolvidos à União.

Dessa forma não seria possível a conclusão do Estádio que já encontra-se em 91% das obras concluídas, bem como não poderia ser construído o Centro de Informação Turística sem a previsão orçamentária e autorização legislativa.  Válido destacar que a Câmara Municipal de Bananeiras nunca se posicionou contra obras e benefícios públicos.

Com relação à distribuição de máscaras e álcool 70%, o desconhecimento pode ter gerado outro equívoco, já que a Prefeitura distribuiu cerca de 3 mil máscaras para a população, adquiridas as costureiras locais, entregando principalmente aos beneficiários dos auxílios emergenciais nas filas da agência da Caixa Econômica e Casa Loterica, com sanitização do ambiente, aplicação de álcool em gel, além de tendas e cadeiras para melhor acomodação e distanciamento nas filas, inclusive servindo de exemplo para outros municípios que replicaram as medidas dias depois.

Ascom – PMB

O Botafogo-PB havia programado para a semana passada o anúncio do seu novo treinador. No entanto, o tempo passou e o substituto de Evaristo Piza não foi confirmado. Na noite desse domingo, o presidente Sérgio Meira explicou o porquê da não contratação até o momento. É que, segundo o mandatário botafoguense, após uma reunião entre os membros da diretoria, o Belo só vai apresentar um comandante quando a retomada do futebol for algo mais concreto. Por ora, a missão é segurar as finanças diante da pior crise do novo século.

Sérgio Meira foi bem claro: o Botafogo-PB só vai conseguir confirmar a contratação de um novo treinador quando as coisas estiverem melhores no estado. Por enquanto, o cenário é de incerteza, já que o novo coronavírus avança muito rapidamente por toda a Paraíba.

O presidente do Belo emitiu um comunicado sobre a questão da negociação com um novo profissional para comandar a comissão técnica. De acordo com o dirigente, o clube possui no radar nomes de profissionais de todas as séries do Campeonato Brasileiro.

“Em reunião de diretoria, o presidente Sérgio Meira e o vice de futebol Ariano Wanderley comunicaram a decisão de só concretizar a contratação da comissão técnica após uma definição mais clara de quando acontecerá o retorno das competições.

Diante das incertezas, principalmente de recursos financeiros, vamos aguardar um pouco mais.

Temos bons nomes para analisar, várias opções de valores e perfis de treinadores de várias características, séries A, B, C, experientes, alguns em início de carreira, entre outros. Também, várias faixas salariais. Na hora certa vamos contratar e anunciar”.

Vice-presidente de futebol Ariano Wanderley e o presidente Sérgio Meira esperam o retorno do futebol como algo mais concreto para anunciar um novo técnico — Foto: Lucas Barros / Botafogo-PB

Vice-presidente de futebol Ariano Wanderley e o presidente Sérgio Meira esperam o retorno do futebol como algo mais concreto para anunciar um novo técnico — Foto: Lucas Barros / Botafogo-PB

Na semana retrasada, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) autorizou que os clubes do país retornassem aos trabalhos físicos e técnicos, desde que seguissem os protocolos de segurança. No entanto, uma semana se passou e o cenário do Brasil diante do novo coronavírus só piorou. Com isso, somente Grêmio e Internacional retomaram os treinamentos.

Na Paraíba, por exemplo, os casos crescem de forma mais veloz. De acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o estado possui 2.341 casos e 135 mortes pela Covid-19.

Em meio ao momento tenebroso, os clubes paraibanos vão percebendo que o retorno do futebol ainda não está próximo. O Belo chegou a confirmar uma negociação com o técnico Paulo Bonamigo, que está no Boavista, vice-campeão da Taça Guanabara deste ano. Entretanto, justamente o alto salário era um empecilho para que a contratação andasse. Por sinal, o próprio Sérgio Meira garantiu que as condições para o treinador desembarcar na Maravilha do Contorno eram altas para a realidade botafoguense.

Paulo Bonamigo teve o seu nome ligado ao Botafogo-PB nas últimas semanas — Foto: Saulo Roberto/Divulgação

Paulo Bonamigo teve o seu nome ligado ao Botafogo-PB nas últimas semanas — Foto: Saulo Roberto/Divulgação

O Botafogo-PB está sem treinador desde março, quando Evaristo Piza foi dispensado após a derrota por 3 a 0 para o Santa Cruz, pela Copa do Nordeste. Depois disso, o Belo disputou duas partidas pelo Campeonato Paraibano, venceu o Nacional de Patos por 4 a 1 e empatou com o Sousa em 1 a 1, isso com Warley Santos, gerente de futebol, como interino. Após esses duelos, o calendário foi paralisado no Brasil, algo que permanece até o momento.

Um dos destaques do Sousa na disputa do Campeonato Paraibano, interrompido há quase dois meses por conta da pandemia do novo coronavírus, o volante Bruno Menezes teve seu contrato com o Dinossauro encerrado no fim do mês passado e assegurou que não deve voltar ao clube caso a competição seja retomada. Bruno disse que não houve nenhum contato da diretoria alviverde no sentido da ampliação do seu vínculo e que, dessa forma, seu destino deve ser outro clube após a retomada das atividades no futebol.

– Meu contrato terminou no dia 29 do mês passado e eu não tive nenhum contato da diretoria do Sousa para buscar uma renovação. Dessa forma, eu não volto mais para o clube e vou buscar alguma outra opção para voltar a jogar quando essa situação for resolvida de uma vez – comentou o atleta, em entrevista ao PBesportes.

Segue na Paraíba?

Recentemente, surgiram informações sobre um possível interesse do Botafogo-PB na contratação do jogador, informações essas não confirmadas pela diretoria do Belo. Outro clube que também estaria monitorando a situação de Bruno Menezes seria o Atlético de Cajazeiras, mas, sobre essas especulações, o jogador preferiu não comentar.

– Eu vou aguardar por enquanto. Não vou comentar sobre nenhuma situação que ainda não tenha sido concretizada. Nesse momento eu prefiro apenas esperar que as coisas aconteçam – acrescentou Bruno Menezes.

Recentemente, o gerente de futebol do Dinossauro, Rafael Abrantes, informou que o clube sertanejo já não tem mais nenhum vínculo com jogadores e nem comissão técnica. Caso a competição estadual seja retomada, o Dinossauro precisaria recomeçar do zero a formação de um elenco para a disputa da reta final. Vale lembrar que o Sousa ocupa a segunda colocação do Grupo B do Campeonato Paraibano, com 13 pontos conquistados, e atrás do Campinense apenas no saldo de gols.