As inscrições do projeto #CULTURAPBNAWEB se encerram nesta sexta-feira (26). Estão sendo oferecidas 150 vagas de propostas artísticas nas categorias: Apresentação e Performance Artística, Curso, Oficina e Workshop, E-Books e História em Quadrinhos, Podcast, Exibição de Curta-Metragem e Exposição, Intervenção e Galeria de Arte Virtual. Os artistas interessados devem acessar o link https://paraiba.pb.gov.br/diretas/secretaria-da-cultura/edital-cultura-pb-na-web

O objetivo do #CULTURAPBNAWEB é proporcionar cultura, arte, entretenimento e atividades formativas para a população que se encontra em isolamento social e beneficiar artistas de diversas áreas afetados pela pandemia. Cada proposta selecionada terá direito a um cachê de R$ 1,2 mil, totalizando um investimento de R$ 180 mil. As propostas culturais em formato digital serão divulgadas em plataformas e tecnologias disponíveis on-line a partir do dia 14 de julho e uma das exigências do edital é que seu conteúdo seja de classificação etária indicativa livre.

Categorias – As propostas culturais em formato digital estão assim definidas:

– Apresentação e Performance Artística, com conteúdo de caráter performático, disponibilizado em formato audiovisual, digital, com duração entre 15 e 45 minutos, relacionado às artes cênicas, artes visuais, literatura, humor, música e patrimônio cultural imaterial, assim como à diversidade de expressões estéticas decorrentes desses segmentos;

– Cursos, oficinas e workshops de caráter formativo, também em formato audiovisual, digital, podendo ser utilizado o modelo seriado, relacionado às artes cênicas, artes visuais, literatura, cinema, música e patrimônio cultural imaterial, assim como à diversidade de atividades laborais, de habilidades e de técnicas;

 – E-book e história em quadrinhos, de conteúdo literário em formato digital, com características de livro padrão ou conjunto de posts para a internet, relacionado a temas como cultura, arte e história paraibana;

– Podcasts de caráter lúdico-formativo, disponibilizado em formato de áudio, utilizando o modelo seriado, incluindo histórias, relatos, reflexões, entrevistas, entre outros;

– Exibição de curta-metragens, obras audiovisuais, digitais, de gênero ficção, documentário ou animação, produzida na Paraíba, finalizadas entre 2016 e 2020, com duração de até 20 (vinte) minutos;

– Exposições, intervenções e galerias de arte virtual, de conteúdo contemplativo, disponibilizadas em formato digital.

Cronograma  Datas 
Publicação do Edital 09/06/2020
Inscrições das propostas 09 a 26/06/2020
Análise das propostas 09 a 28/06/2020
Divulgação do resultado preliminar de habilitação 29/06/2020
Prazo para recurso 29/06 a 02/07/2020
Divulgação do resultado definitivo de habilitação 03/07/2020
Seleção das propostas 03/07/2020 a 12/07/2020
Divulgação do resultado final 13/07/2020
Data provável de realização do projeto A partir de 24/07/2020

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) anunciou nesta sexta-feira (26) o registro de dois recordes de raios: o mais extenso em distância percorrida, e o mais longo em segundos. São os “megaflashes”.

  • O recorde de raio mais extenso é do Brasil: Ele percorreu 709 km em uma linha horizontal, cortando o Sul do Brasil, em 31 de outubro de 2018. É mais que o dobro do recorde anterior, registrado em Oklahoma (EUA), com 321 km.
  • O recorde de raio com duração mais longa é da Argentina: Ele durou 16,73 segundos a partir de um flash que começou no norte da Argentina, em 4 de março de 2019. Ele também é mais que o dobro do recorde anterior, de 7,74 segundos registrado em Provence-Alpes-Côte d’Azur, França em 30 de agosto de 2012.

Infográfico da OMM mostra a distância percorrida pelo maior raio do mundo, que cortou o Sul do Brasil em outubro de 2018; registro de raio com brilho mais longo foi na Argentina, em março de 2019: durou 16,730 segundos — Foto: Divulgação/OMM

O novo recorde foi estabelecido devido a uma nova tecnologia de imagens por satélite. Mas, segundo a OMM, tanto o registro anterior quanto o novo usaram a mesma metodologia para medir a extensão do flash.

As descobertas foram publicadas pelas Cartas de Pesquisa Geofísica da American Geophysical Union, antevéspera do Dia Internacional da Segurança contra Raios, em 28 de junho.

“Esses são registros extraordinários de eventos únicos de relâmpagos. Eventos climáticos extremos são medidas vivas do que a natureza é capaz, bem como o progresso científico em poder fazer essas avaliações. É provável que ainda haja extremos ainda maiores e que possamos observá-los na medida que a tecnologia de detecção de raios melhorar ”, disse o professor Randall Cerveny, relator-chefe de extremos climáticos da OMM.

“Isso fornecerá informações valiosas para o estabelecimento de limites à escala de raios – incluindo megaflashes – para questões de engenharia, segurança e científicas”, disse ele.

Os raios representam um grande risco à vida de muitas pessoas, todos os anos. As descobertas destacam importantes preocupações de segurança pública contra raios para nuvens eletrificadas, onde os flashes podem percorrer distâncias extremamente grandes.

Raios no Brasil

Raio foi registrado em Ubatuba, litoral de SP, em imagem de 2015. — Foto: Frederico Viebig/ELAT/INPE

De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 78 milhões de raios caem todos os anos no Brasil. Entre 2000 e 2019, 2,1 mil pessoas morreram devido à incidência de raios –a cada 50 mortes por raio no mundo, 1 é registrada no Brasil. O estado com mais mortes por raios, de 2000 a 2019, foi São Paulo, com 327 óbitos.

Veja abaixo os números:

  • 78 milhões de raios caem todos os anos no Brasil
  • A cada 50 mortes por raio no mundo, 1 é no Brasil
  • De 2000 a 2019, 2.194 pessoas morreram no Brasil, por incidência de raios
  • O estado que mais registrou mortes por raios no período foi SP (327), seguido por MG (175) e PA (162)
  • 26% das mortes ocorreram na área rural; 21% em casa; 9% próximo à água; 9% debaixo de árvores; 8% em áreas cobertas; 7% em áreas descampadas; entre outros.

Segundo o Elat, a incidência de raios diminuiu 20% na cidade de São Paulo no período inicial da quarentena. Segundo o cientista Osmar Pinto Junior, coordenador do Elat, o motivo foi a queda na emissão de poluentes atmosféricos, com a redução de veículos nas ruas.

Com G1

O Rio Grande do Norte atingiu o pico da pandemia de Covid-19 nesta quinta-feira (25), segundo garantiu Alessandra Lucchesi, subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). A ocupação de leitos está em 96%.

“Analisando o cenário epidemiológico, a gente consegue evidenciar que estamos sim no pico da pandemia aqui no estado”

Em outras palavras, isso significa dizer que o estado chegou ao pior estágio da doença e a tendência é de que a curva dos casos confirmados e de óbitos por coronavírus se estabilize e comece a cair em seguida. No entanto, é necessário passar pelo pico para saber se ele, de fato, foi atingido.

Por esse motivo, a Sesap afirma que irá observar o comportamento da doença pelos próximos 10 dias. O panorama anunciado nesta quinta-feira (25) pela pasta é baseado no cenário atual (casos, mortes e taxa de transmissibilidade), que reflete o período de uma a duas semanas atrás, o que é chamado de “delay” epidemiológico.

“Vale salientar que existem diferenças de região para região, são muitas variáveis, mas isso é o que temos hoje. Os dados de hoje informam o que aconteceu há sete, dez, doze dias atrás. O que nós esperamos é que o número de casos e mortes continue alto, mas não crescente de forma exponencial, e depois a curva comece a cair”, explica Alessandra Lucchesi.

O quadro do Rio Grande do Norte mostra que a doença cresceu rapidamente ao longo das últimas semanas, o que para a Sesap é o principal indicativo de que a pandemia tenha atingido o seu pior momento. Na quarta-feira (24), o estado registrou 64 mortes em 24 horas.

Mais da metade dos óbitos e casos confirmados desde o início da pandemia no estado, no dia 12 de março, foram registradas no mês de junho. Segundo a Sesap, o RN tem 22.599 casos confirmados e 858 óbitos por coronavírus, os dados divulgados em entrevista coletiva deverão ser publicados no boletim epidemiológico da secretaria nesta quinta (25).

Fatores que apontam para o pico

Número de novos casos e mortes por dia

O primeiro deles são as estatísticas oficiais de novos casos e mortes registrados por dia. Enquanto esses números estiverem crescendo, não dá para dizer que passamos do pico. E a queda não pode ser pontual. Deve se manter por pelo menos duas semanas, período de incubação do novo coronavírus e tempo que os epidemiologistas consideram suficiente para saber que não foi só uma oscilação.

Taxa de transmissibilidade

Um segundo índice usado por epidemiologistas para saber o rumo de uma pandemia é a taxa de reprodução de um vírus, também conhecida como Rt. O nome parece complicado, mas o conceito é simples: ela indica quantas pessoas em média são infectadas por alguém que já está contaminado pelo novo coronavírus, o Sars-CoV-2.

Quando este índice estiver caindo e se aproximando de 1, mais próximo estamos do pico da epidemia. E só podemos dizer que passamos dele quando o índice fica abaixo de 1 por um período consistente. No RN esta taxa está em 0,7. Isto é, um grupo de 10 pessoas transmite a Covid-19 para outras 7.

Casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG)

No Brasil, onde são feitos poucos testes de Covid-19 em comparação com outros países, outro índice ganhou importância no acompanhamento da evolução da pandemia.

Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) são notificados oficialmente pelos hospitais no Brasil desde a pandemia de H1N1 em 2009. O H1N1 afeta a respiração assim como o novo coronavírus. Quando uma pessoa procura ajuda médica, isso é registrado pelo Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Esse dado não é afetado pelos problemas ligados à baixa testagem, como a subnotificação de Covid-19, porque a síndrome respiratória só depende de exames clínicos para ser diagnosticada.

Com G1-RN

A Justiça Federal determinou que a União e o estado da Paraíba regularizem, em até 15 dias, o abastecimento e fornecimento contínuo, ininterrupto e gratuito dos medicamentos indispensáveis ao manejo de assistência ventilatória e hemodinâmica de pacientes com Covid-19 no estado. A decisão, do juiz federal da 1ª Vara João Bosco Medeiros de Sousa, foi dada em caráter liminar após pedidos feitos pelo Ministério Público Federal (MPF) e pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).

Em nota enviada às 17h20, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que não foi intimada da decisão e adiantou que, assim que intimados, vai estudar o teor do documento e avaliar, junto ao Ministério da Saúde, a interposição de recurso.

Conforme a decisão, tanto a União quanto o estado devem, no mesmo prazo, regularizar o abastecimento do estoque de todos os insumos necessários para o funcionamento do Laboratório Central da Paraíba (Lacen), monitorando o estoque, diante da situação apurada pelos MPs de que “a capacidade de realização de testes de Covid-19, na Paraíba, tem sido comprometida justamente pela escassez de insumos”.

Os pedidos liminares foram feitos em 16 de junho, após os MPs receberem denúncias sobre desabastecimento, principalmente no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, onde, no estacionamento, foi instalado o Hospital Solidário. Na terça-feira (23), mesmo dia em que saiu a determinação da Justiça, familiares de pacientes e conselhos regionais falaram sobre as irregularidades na unidade.

Segundo as denúncias, o hospital não disporia de estoque suficiente de medicamentos de sedação capazes de viabilizar a intubação adequada dos pacientes internados nos leitos de UTI. Por causa do desabastecimento, o procedimento de intubação para manter os pacientes em respiração mecânica estaria sendo feito com administração de remédios de sedação e outros que não são apropriados para esta finalidade.

Na ação, os Ministérios Públicos relataram ainda que o estado da Paraíba havia noticiado a ausência de insumos para realização de testes pelo Lacen, alegando dificuldades decorrentes da falta de oferta dos produtos no mercado. A situação estaria comprometendo o fluxo de testagem dos pacientes e interferindo nas rotinas hospitalares.

Conforme a decisão da Justiça Federal, a União e o estado devem, também no mesmo prazo de 15 dias, apresentar plano de aquisição dos medicamentos em quantidade compatível com a demanda das UTIs do sistema de saúde estadual, além dos insumos necessários para os testes pelos laboratórios locais, definindo a quem caberá tal aquisição, de forma que não faltem os medicamentos e insumos.

Jornal da Paraíba

Levantamento do Ministério da Defesa aponta que pouco mais de um terço dos 73,2 mil militares que receberam o auxílio emergencial de maneira indevida haviam devolvido espontaneamente os valores até 12 de junho, um mês após o Tribunal de Contas da União (TCU) ter determinado que esse ressarcimento fosse feito.

Desde 18 de maio, está no ar um site do próprio governo que facilita a devolução.

De acordo com o levantamento, fizeram o ressarcimento 25.299 pessoas que estão na folha de pagamento do Ministério da Defesa, o que equivale a pouco mais de um terço (34,6%) do total que recebeu o auxílio sem ter direito.

Segundo o ministério, estão na lista militares ativos, inativos, de carreira, temporários, pensionistas e dependentes.

Ainda de acordo com a Defesa, até 12 de junho foram devolvidos R$ 16.297.742,65, o equivalente a “cerca de 50% dos benefícios pagos indevidamente a integrantes da folha de pagamentos deste ministério”.

O auxílio só é pago a pessoas que tenham feito inscrição no programa, pela internet.

Em nota, o Ministério da Defesa informou que o processo de restituição “continua em andamento” e que, seguindo determinação do TCU, os valores que não forem devolvidos ainda neste mês de junho “serão descontados mediante glosa, em folha de pagamento”, no mês de julho.

“Continuamos acompanhando permanentemente, em coordenação com o Ministério da Cidadania (MC), o processo de restituição, por meio do cruzamento da base de dados de restituição do MC e do acompanhamento dos Comandos das Forças Armadas”, diz a nota.

“Estamos seguros de que todos os valores pagos indevidamente serão integralmente restituídos aos cofres públicos”, completou a pasta.

O auxílio emergencial de R$ 600 pago pelo governo é destinado a trabalhadores informais que perderam a renda devido à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus e à necessidade de adoção de medidas de isolamento social.

Em 11 de maio, o governo informou que apurava o recebimento indevido do auxílio por militares. No dia seguinte, o Ministério da Defesa anunciou que 73,2 mil militares ativos, inativos, de carreira, temporários, pensionistas, dependentes e anistiados estavam na lista.

No dia 13 de maio, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a devolução imediata dos valores. Cinco dias depois, o governo anunciou o lançamento de um site para facilitar a devolução do auxílio – por meio dele, é possível gerar uma guia de recolhimento, que pode ser paga no Banco do Brasil.

O presidente Jair Bolsonaro comentou o caso na época. Ele afirmou que haviam recebido o auxílio irregularmente “jovens que prestam o serviço militar obrigatório” e que eles eram “pessoas oriundas das classes mais humildes da população.”

Bolsonaro defendeu a punição daqueles que receberam a ajuda de maneira indevida.

O Ministério da Defesa informou que “eventuais questões disciplinares que possam ter ocorrido estão sendo apuradas no âmbito de cada Força Armada, de acordo com a legislação vigente.”

G1

Começam na segunda-feira (29) as liberações emergenciais do FGTS pela Caixa Econômica Federal. Essa data é para o crédito em conta para os trabalhadores nascido em janeiro. Os pagamentos serão feitos em poupança social digital da Caixa e, em um primeiro momento, os recursos estarão disponíveis apenas para pagamentos e compras por meio de cartão de débito virtual.

O saque em espécie ou transferências, também dos aniversariantes de janeiro, estão liberados a partir de 25 de julho (veja o calendário completo mais abaixo).

Essa nova liberação do saque do FGTS se deu em razão da pandemia do novo coronavírus, que afetou as atividades econômicas e a renda dos trabalhadores.

Calendário

Para evitar aglomerações nas agências, a Caixa fixou datas diferentes para a liberação do crédito em conta e para o saque em espécie ou transferência dos valores. O calendário considera o mês de nascimento do trabalhador. Veja as datas a seguir:

Calendário saque emergencial FGTS

Mês de nascimento Crédito em conta Saque ou transferência
Janeiro 29 de junho 25 de julho
Fevereiro 6 de julho 8 de agosto
Março 13 de julho 22 de agosto
Abril 20 de julho 5 de setembro
Maio 27 de julho 19 de setembro
Junho 3 de agosto 3 de outubro
Julho 10 de agosto 17 de outubro
Agosto 24 de agosto 17 de outubro
Setembro 31 de agosto 31 de outubro
Outubro 8 de setembro 31 de outubro
Novembro 14 de setembro 14 de novembro
Dezembro 21 de setembro 14 de novembro

Valor dos saques

Terão direito aos saques os trabalhadores que tenham contas ativas (do emprego atual) ou inativas (de empregos anteriores) do FGTS. Cada trabalhador poderá sacar até R$ 1.045. Se o trabalhador tiver mais de uma conta de FGTS, o saque será feito primeiro das contas de contratos de trabalho extintos (inativas), iniciando pela conta que tiver o menor saldo.

Depois, o dinheiro será sacado das demais contas, também iniciando pela que tiver o menor saldo. Independentemente do número de contas do trabalhador, o valor não pode passar de R$ 1.045. Assim, ninguém poderá tirar mais do que esse valor, ainda que tenha duas ou três contas com saldos superiores a essa quantia.

Poupança digital

A movimentação do valor do saque emergencial poderá, inicialmente, ser realizada somente por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo.

“Após o crédito dos valores na conta poupança social digital, já será possível pagar boletos e contas ou utilizar o cartão de débito virtual e QR code para fazer compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos, tudo por meio do aplicativo”, explica a Caixa.

A partir da data de disponibilização dos recursos para saque ou transferência, os trabalhadores poderão transferir os recursos para contas em qualquer banco, sem custos, ou realizar o saque em espécie nos terminais de autoatendimento da Caixa e casas lotéricas.

Consulta do saldo e datas de liberação

As consultas podem ser feitas:

Ao fazer a consulta por app ou no site, o trabalhador também poderá optar por não fazer o saque emergencial ou ainda por devolver o valor para a conta do FGTS caso o crédito já tenha ocorrido.

O trabalhador que escolher não fazer o saque emergencial deve informar a Caixa pelo menos dez dias antes da data de crédito prevista.

O dinheiro ficará disponível para o trabalhador até 30 de novembro. Se o saque emergencial não for feito até essa data, automaticamente o valor retornará para o fundo de garantia.

G1