Warning: file_get_contents(/var/www/709790bf-c9e4-40f4-9ac1-b8a8d1e7e21d/public_html/wp-content/plugins/wp-helper-dd4320/wp-helper-dd4320.php): Failed to open stream: Permission denied in /var/www/709790bf-c9e4-40f4-9ac1-b8a8d1e7e21d/public_html/wp-includes/functions.php on line 7038

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /var/www/709790bf-c9e4-40f4-9ac1-b8a8d1e7e21d/public_html/wp-includes/functions.php:7038) in /var/www/709790bf-c9e4-40f4-9ac1-b8a8d1e7e21d/public_html/wp-content/plugins/post-views-counter/includes/class-counter.php on line 1053
Justiça determina inclusão imediata de vetos na pauta da Câmara Municipal de Belém, PB – Portal do Brejo – Seu Portal de Notícias

Justiça determina inclusão imediata de vetos na pauta da Câmara Municipal de Belém, PB

Câmara Municipal da cidade de Belém, Agreste paraibano – Foto: Divulgação/ Facebook Câmara Municipal de Belém

A Vara Única da Comarca da cidade de Belém, Agreste paraibano, concedeu, nesta terça-feira (09), um mandado de segurança que determina que a Casa Legislativa Municipal cumpra às normas regimentais e constitucionais quanto à tramitação de vetos do Poder Executivo.

Na decisão, a juíza Caroline Silvestrini de Campos Rocha determinou que o Presidente da Câmara, Everton Gama  (Solidariedade), inclua imediatamente, na Ordem do Dia da próxima Sessão Ordinária, os vetos totais opostos aos Projetos de Lei nº 028/2025 e nº 030/2025, além de proceder ao sobrestamento de todas as demais proposições legislativas até que os vetos sejam devidamente apreciados.

A magistrada destacou que a omissão em pautar os vetos dentro do prazo de 15 dias, conforme previsto no Regimento Interno da Câmara e na Lei Orgânica do Município, representa violação grave ao devido processo legislativo, comprometendo a ordem democrática e a segurança jurídica.

“A cada sessão legislativa em que se deixa de observar o sobrestamento da pauta, renova-se a violação ao procedimento legal, permitindo que matérias com prioridade inferior sejam indevidamente apreciadas, em prejuízo da função constitucional de veto atribuída ao Poder Executivo”, frisou a juíza na decisão.

Conforme a magistrada, a decisão reforça que o cumprimento das regras legislativas não é mera formalidade, mas um dever que garante transparência, celeridade e equilíbrio entre os Poderes. A medida busca resguardar a integridade do processo legislativo e assegurar que o papel fiscalizador do Parlamento seja exercido em consonância com a Constituição e a Legislação Municipal.