A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) sugeriu na tarde desta terça-feira (17) um reajuste de R$ 3,41 por mês na conta de água de 68% dos usuários do serviço no estado.

A proposta foi apresentada durante uma audiência pública realizada pelo órgão. O reajuste, no entanto, não afeta os beneficiários da tarifa social, cujo último aumento foi concedido em 2008 e há 13 anos não é alterado.

De acordo com a Companhia, a medida visa “buscar o equilíbrio econômico-financeiro da prestação de serviços, condição indispensável a continuidade, melhoria e ampliação de investimentos para melhoria da qualidade de vida da população paraibana”.

Segundo o órgão, o usuário que consome 10 mil litros de água por mês pagará R$ 44,05. Caso seja aprovado, o reajuste deve ser publicado até o dia 05 de dezembro no Diário Oficial do Estado e passa a vigorar a partir de janeiro de 2022.

O representante da Agência de Regulação do Estado da Paraíba, Marcos André Barreto, informou que já recebeu a sugestão e vai analisar a  proposta.

No comparativo a estados vizinhos do Nordeste, a Paraíba segue com o menor valor cobrado pelo fornecimento de água.

O município de Belém doou o aparelho de tomógrafo para o Hospital Regional de Guarabira, Agreste paraibano. As informações foram confirmadas com exclusividade ao Portal do Brejo pelo Secretário de Saúde do Estado da Paraíba, Geraldo Medeiros.

De acordo com o secretário, a instalação do tomógrafo irá acontecer em uma sala que será adequada no Hospital Regional de Guarabira com médicos e técnicos especialistas. Ainda de acordo com Geraldo Medeiros, para compensar a doação à unidade hospitalar passa a realizar os exames dos munícipes belenenses.

O aparelho de tomógrafo foi adquirido pelo município através de uma emenda parlamentar do Deputado Gervásio Maia no valor de R$ 760, 000.00 (setecentos e sessenta mil reais) na gestão da então prefeita Renata Cristinne.

Após trinta anos de espera, a população do Brejo celebra a assinatura da Ordem de Serviço para o recapeamento da PB-079, trecho entre Alagoa Grande, Areia e Remígio. A Ordem de Serviço foi assinada pelo governador João Azevêdo (Cidadania), contemplando 24,80 km de extensão.

O deputado estadual Chió (Rede), destacou o impacto da conquista para toda região. “São trinta anos de espera. Eu cresci ouvindo as pessoas reclamando dos buracos, dos deslizamentos quando chovia, dos acidentes que aconteciam e isso ficou muito forte dentro de mim. Então, ainda em 2019, quando assumi como deputado, a recuperação dessa estrada tornou-se a minha primeira grande luta na Assembleia”, reviveu Chió.

Além das denúncias feitas na tribuna da Casa de Epitácio, Chió (Rede/PB) lembrou os Requerimentos Nº 871/2019 e Nº 8000/2020 que relataram as dificuldades enfrentadas pela população do Brejo e pediram a urgente realização da obra.

Com investimentos no valor de R$ 14.069.082,38, a restauração da PB-079 representa também, a construção da primeira ciclovia do Estado no interior da Paraíba, entre as cidades de Areia e Remígio.

O parlamentar agradeceu ao governador João Azevêdo (Cidadania) por priorizar esta ação de governo esperada há três décadas pela população. “O governador João está fazendo história. Será a primeira rodovia da Paraíba com ciclovia impulsionando o desenvolvimento de uma das regiões mais turísticas e produtivas do estado, além de garantir segurança viária para motoristas, ciclistas e pedestres que tanto sofrem com buracos e deslizamentos em tempos de chuva”, comemorou Chió.

De acordo com a COSAMPA Projetos e Construções LTDA, empresa responsável pela execução da obra, nos próximos dias os serviços de roço, limpeza e drenagem terão início, a partir de Remígio sentido Alagoa Grande.

Fonte: Assessoria de Comunicação

Deputado Estadual Chió (Rede/PB)

A Justiça Federal publicou a condenação de 17 pessoas investigadas na Operação Famintos, que apurou casos de fraudes nas verbas da merenda em Campina Grande, nesta terça-feira (16). De acordo com a Justiça, todos os sentenciados poderão recorrer da decisão. Entre os condenados estão quatro ex-secretários da prefeitura de Campina Grande.

Todas as 16 pessoas foram condenadas pelos crimes de organização criminosa, dispensa indevida de licitação, fraude ao caráter competitivo de licitação, peculato, corrupção ativa e passiva. A Operação Famintos foi deflagrada em 2019 pela Polícia Federal na Paraíba.

Foram condenados:

  1. Paulo Roberto Diniz de Oliveira, ex-secretário de Administração de Campina Grande, a 139 anos, 9 meses e 15 dias de prisão;
  2. Maria José Diniz, esposa de Paulo, a 94 anos, 10 meses e 15 dias de prisão;
  3. Frederico de Brito Lira, 94 anos e 6 meses de prisão;
  4. Maria do Socorro Menezes, diretora administrativa e financeira da secretaria; 94 anos e 4 meses de prisão;
  5. Iolanda Barbosa, ex-secretária do município, a 88 anos, 6 meses de prisão;
  6. Carlos Frederico Martins, assessor técnico da secretaria de administração, 59 anos de prisão;
  7. Helder Giuseppe, ex-chefe da Comissão de Licitação, 33 anos e dois meses de prisão;
  8. Rivaldo Aires, ex-pregoeiro, a 30 anos e 6 meses de prisão;
  9. Gabriela Coutinho, ex-pregoeira do município, a 23 anos e 5 meses de prisão;
  10. Manoel Bruno, do setor de licitações da secretaria, 18 anos e 3 meses de prisão;
  11. Rodolfo Gaudêncio, assessor jurídico da secretaria na época, 14 anos e 5 meses de prisão;
  12. Verônica Bezerra, ex-secretária de Educação do município, a 12 anos e 8 meses de prisão;
  13. Flávio Souza Maia, empresário, a 8 anos 4 meses e 15 dias de prisão;
  14. José Lucindo, motorista do secretário Paulo Roberto, a 4 anos e 8 meses de prisão;
  15. Marco Antônio Querino, empresário, a 4 anos 7 meses e 26 dias de prisão;
  16. Severino Roberto Maia de Miranda, empresário, a 3 anos e 6 meses de prisão;
  17. Felipe Silva, ex-pregoeiro, a dois anos e sete meses de prestação de serviços à comunidade.

Operação Famintos

A Operação Famintos foi desencadeada no dia 24 de julho em Campina Grande e outras cidades da Paraíba. A Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União investigaram um suposto esquema de desvios de recursos federais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), geridos pela Prefeitura de Campina Grande. O prejuízo ultrapassou R$ 2,3 milhões.

A organização criminosa investigada por desviar o dinheiro, funcionava, de acordo com a Justiça, formalizando empresas de fachada através da utilização de documentos falsos ou de pessoas interpostas para ocultar a identidade dos reais administradores do conglomerado e das verdadeiras operações comerciais realizadas, resultando em violação ao caráter competitivo das licitações realizadas pelo município, contratos superfaturados e cobrança por bens e serviços não fornecidos de fato ao município.

Núcleos

Os investigadores dividiram a operação em três núcleos:

Núcleo político: As autoridades afirmam que a secretária de Educação, Iolanda Barbosa, e o secretário de Administração, Paulo Roberto Diniz, comandavam todo o esquema. Na época, ambos foram afastados do cargo pela Justiça por 180 dias, mas Iolanda teve mandado de prisão temporária expedido e foi levada para a Penitenciária Feminina de Campina Grande.

Núcleo empresarial: Era formado por 12 pessoas jurídicas, a maioria de fachada, conforme a investigação. Essas empresas atuavam no esquema de revezamento de vencedores dos processos licitatórios. Quando uma empresa ficava inabilitada, outra do grupo vencia a licitação, ocasionando que sempre as mesmas levassem vantagem.

Núcleo administrativo: Composto supostamente por cinco servidores municipais, como membros da Comissão Permanente de Licitação e servidores da Secretaria de Administração. A investigação aponta que estas pessoas recebiam ordens do núcleo político e tratavam com os empresários sobre os certames fraudulentos.

A prefeitura municipal de Bananeiras, Brejo paraibano, através da Secretaria de Saúde entregou às equipes das Unidades Básicas de Saúde do município. Conforme a gestão foi entregues 05 notebooks em cinco unidades de saúde.

Com essas ferramentas a gestão prepara os serviços de saúde para a implantação do Prontuário Eletrônico (PEC) do Sistema e-SUS Atenção Básica, que agilizará o acesso às informações dos pacientes, concentrando resultados de exames, prescrições e histórico acessíveis para toda a rede de saúde.

“Estamos qualificando e agilizando o atendimento em nossas UBSs, vamos ter uma informatização adequada para atender a população e estimular os profissionais de saúde que irão trabalhar com uma tecnologia de ponta. Essa aquisição faz com que o paciente seja bem atendido como também o profissional de saúde tenha mais agilidade nos atendimentos, a saúde em Bananeiras tem sido sempre uma das grandes prioridades da nossa gestão, e estamos trabalhando diuturnamente para proporcionar uma melhor qualidade nos serviços prestados a população”, ressaltou o gestor Matheus Bezerra.

O deputado Cabo Gilberto (PSL), líder da oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), tenta construir um arco de alianças para que o seu nome possa ser consolidado na disputa pelo Governo do Estado nas eleições de 2022. O parlamentar deseja ser o contraponto ao governador João Azevêdo (Cidadania), que disputará a reeleição.

Gilberto, porém, admite que poderá abrir mão da candidatura caso o seu nome não consiga o apoio necessário.

“Estamos discutindo com vários partidos e com a ala bolsonarista que defende o presidente. Nós teremos candidatura própria. Estamos discutindo o apoio dos demais conservadores. Nosso nome está à disposição. Se não tiver viabilidade para nosso nome, irei declinar para ser candidato a deputado federal”, afirmou.

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) ainda procura uma casa partidária para abrigar seu grupo político a partir das eleições de 2022. O deputado estadual, filiado ao PSB, afirmou que vem dialogando com lideranças de outras legendas para definir qual a melhor opção entre os partidos.

“Conversei com o presidente do Avante e estou avaliando. Conversei também com Hugo Motta, que representa o Republicanos. Falta uma conversa com o presidente do partido nacional, que estava fora do país. Conversei com Efraim sobre o União Brasil, mas falta uma conversa com Bivar e ACM Neto. Estou dialogando para saber qual o destino grupo político que nosso vai tomar a partir de 2022”, disse.

Ainda sobre eleições, o presidente do Legislativo paraibano avaliou que o cenário para o governo precisa ser conversado pelo governador João Azevêdo (Cidadania).

“Ele vai precisar dialogar, conversar com sua base aliada e com os companheiros que estão somado a esta base graças ao governo”, avaliou.

MaisPB

A deputada estadual Pollyanna Dutra (PSB) considerou positiva a condução do governador João Azevêdo (Cidadania) para formação da sua chapa majoritária nas eleições de 2022. Ela defendeu que o candidato a vice-governador tenha um perfil semelhante ao do gestor.

“É uma chapa conceitual. Um governador técnico que conhece a Paraíba e precisa de alguém parecido com ele. Que tenha confiança do povo da Paraíba e do próprio governador”, avaliou a parlamentar.

Para ela, a disputa por uma vaga na chapa majoritária mostra a boa avaliação de Azevêdo.

“Em nenhum momento a gente tem percebido o governador impondo alguma regra, pelo contrário, esse governador é muito ponderado, escuta opiniões. Isso é importante dizer. Um governador que não faz intrigas, não faz birras, respeita os poderes, a classe política”, pontuou.

MaisPB

Pré-candidato à Presidência da República, o ex-juiz federal Sergio Moro (Podemos-PR) disse em entrevista ao Conversa com Bial na madrugada desta quarta-feira (17) que o ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore faz parte de um grupo que ele reuniu para discutir os rumos econômicos do Brasil.

“É um dos melhores nomes do país”, afirmou. Segundo o ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro, Pastore o assessora em relação à macroeconomia. “É importante controlar a inflação.”

Em afirmação recente à Folha, Pastore disse que o Brasil deve permanecer por bastante tempo com um câmbio depreciado, fator que dificulta o combate à inflação e que não resolverá sozinho o problema de falta de competitividade da indústria brasileira.

Pastore afirmou também que o país corre o risco de perpetuar alguns erros do passado caso reeleja Bolsonaro (sem partido) ou o ex-presidente Lula (PT). Ele se declara otimista com uma terceira via social-democrata, com um modelo econômico de Estado provedor e que reduza desigualdades.

Na entrevista à Globo, Moro preferiu não revelar outros nomes que fazem parte do grupo de economistas reunidos por ele. Alegou que é melhor manter o sigilo porque “o projeto ainda está sendo construído”.

O “projeto”, admitiu, é a sua candidatura à Presidência da República em 2022. “Me sinto habilitado a construir esse projeto de país com a população brasileira”, respondeu sobre a disputa eleitoral. Para Moro, é importante evitar que o país “caia no desespero de extremos”, referindo-se a Bolsonaro e a Lula.

Na parte final da entrevista, o ex-juiz respondeu genericamente sobre seus planos para controlar o preço dos combustíveis. Segundo ele, é preciso fazer isso com “as políticas econômicas certas”. Moro disse ainda que uma das causas do aumento dos preços é a inflação e isso é responsabilidade do governo.

Ele também respondeu sobre mineração e exploração econômica em terras indígenas. Afirmou que no período em que foi ministro percebeu que há situações diferentes entre os indígenas, como os que vivem isolados e os que desejam ter atividades econômicas.

Para Moro, é preciso ter amparo e soluções para cada situação.
Apesar de admitir a candidatura, o ex-juiz prega o diálogo com outros líderes políticos para encontrar pontos em comum. “Essa união tem que ser em cima de um projeto”, defendeu, afirmando que é preciso “colocar o Brasil nos trilhos”.

Pouco depois de sua filiação ao Podemos, na quarta-feira (10), Moro se encontrou com o presidente do DEM, ACM Neto, e discutiu o apoio do partido à sua empreitada eleitoral.

Assim como fez no ato de sua filiação partidária, Moro defendeu o legado da Lava Jato na entrevista para o jornalista Pedro Bial e repetiu críticas a Bolsonaro e Lula.

Sobre o presidente da República, reafirmou que Bolsonaro boicotou o projeto de combate à corrupção que teria sido o motivo para ele aceitar ser ministro da Justiça.

Em relação a Lula, negou ter questões pessoais contra o ex-presidente e garantiu que agiu apenas como juiz que aplica a lei nos processos que envolviam o petista.

“Durante o governo dele aconteceram os maiores escândalos, como o mensalão e o Petrolão”, disse. “A Petrobras foi saqueada como nunca antes nesse país.”

Juiz da Lava Jato, Moro abandonou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça do governo Bolsonaro, com quem se desentendeu -isso motivou seu pedido de demissão em abril do ano passado.

Neste ano, Moro sofreu uma dura derrota no STF (Supremo Tribunal Federal), que o considerou parcial nas ações em que atuou como juiz federal contra o ex-presidente Lula (PT). Com isso, foram anuladas ações dos casos tríplex, sítio de Atibaia e Instituto Lula.

Diferentes pontos levantados pela defesa de Lula levaram à declaração de parcialidade de Moro, como condução coercitiva sem prévia intimação para oitiva, interceptações telefônicas do ex-presidente, familiares e advogados antes de adotadas outras medidas investigativas e divulgação de grampos.

A posse de Moro como ministro de Bolsonaro também pesou, assim como os diálogos entre integrantes da Lava Jato obtidos pelo site The Intercept Brasil e publicados por outros veículos de imprensa, como a Folha, que expuseram a proximidade entre Moro e os procuradores da Lava Jato.

Em resumo, no contato com os procuradores, Moro indicou testemunha que poderia colaborar para a apuração sobre Lula, orientou a inclusão de prova contra um réu em denúncia que já havia sido oferecida pelo Ministério Público Federal, sugeriu alterar a ordem de fases da operação Lava Jato e antecipou ao menos uma decisão judicial.

Moro sempre repetiu que não reconhece a autenticidade das mensagens, mas que, se verdadeiras, não contêm ilegalidades.

Na entrevista a Bial, Moro disse que mudanças recentes de jurisprudência no STF enfraqueceram o combate à corrupção. Ele citou apegos a tecnicismos como causas dessas mudanças, que considera negativas.

“A verdade é uma só: mensalão e Petrolão. E agora rachadinha”, afirmou, como um bordão de campanha.

A entrevista terminou com a repetição de uma pergunta feita por Bial em 2019, quando Moro foi entrevistado no programa, sobre o último livro que havia sido lido pelo ex-juiz. Na ocasião, o então ministro não lembrou.

Mais preparado, dessa vez ele citou a obra “O rio da dúvida”, sobre uma expedição de Theodore Roosevelt e Cândido Rondon na floresta amazônica.

Folha Press

A secretária de Finanças de Mamanguape e pré-candidata a deputada estadual, Danielle Rodrigues esteve participando, nessa segunda-feira (15), da 2ª Cavalgada do Trabalhador Rural de Cruz do Espírito Santo.

Danielle que vem conquistando o apoio de diversas lideranças em todo o estado, para sua candidatura, dessa vez participou do evento, que se trata de uma manifestação cultural em forma de passeio, realizada por grupos de cavaleiros e amazonas.

Nas redes sociais, a Danielle parabenizou aos organizadores da Cavalgada, e também aos familiares e amigos que estiveram no passeio.

“Parabéns a todos que incentivam nossa manifestação cultural através da Cavalgada. Registro do dia de hoje participando da 2ª Cavalgada do Trabalhador Rural de Cruz do Espírito Santo!! Obrigada aos familiares, Magno, Jackson, Sebastião, Vavá pelo dia animado e a Emily, filha de Rei, e aos amigos pela companhia durante o percurso”, escreveu Danielle.

A pré-candidata a deputada estadual tem visitado bastante o município, defendido diversas causas e participando de eventos em busca de apoio, prometendo lutar pelo desenvolvimento, caso seja eleita.

Por: Napoleão Soares